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Arquivo da categoria ‘Os tipos de métodos contraceptivos’

O que é:

Cirurgia feita na mulher com o objetivo de bloquear as trompas, pode ser feita por uma secção, cauterização, anéis ou clips.

Como é feito:

Com a obstrução nas trompas, o espermatozóide é impedido de chegar ao óvulo.

Modo de usar:

A cirurgia pode ser feita através de uma pequena incisão abdominal, por laparoscopia ou por uma incisão no fundo de saco posterior da vagina.

Indicação:

Segundo o Ministério da Saúde, a técnica só é permitida em mulheres acima de 25 anos e com dois filhos, por ser um método definitivo para quem não quer mais ter filhos. Também recomendada para pessoas com problemas de saúde que podem ter uma gravidez de risco.

Vantagens:

Não apresenta efeitos colaterais a longo prazo, não interfere no prazer sexual, protege contra o câncer de ovário e reduz o risco de doença inflamatória pélvica.

Desvantagens:

É permanente e pode causar arrependimento, pois, a cirurgia de reversão é complexa e cara. Efeitos colaterais de uma cirurgia, procedimento caro e não protege contra DST/AIDS.

Efeitos colaterais:

dor, nos primeiros dias, decorrente do procedimento cirúrgico.

Preço médio:

De R$ 1 mil a R$ 2 mil.

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O que é:

Pequeno bastonete, de 4cm de comprimento e 2mm de diâmetro, que é inserido embaixo da pele.

Como funciona:

A haste contém o hormônio progestágeno, que é liberado lentamente em doses constantes. Com isso, a mulher pára de ovular e aumenta a viscosidade do muco cervical, que inibe a penetração dos espermatozóides.

Modo de usar:

O implante é colocado sob a pele na parte superior do braço. O procedimento só pode ser feito por um ginecologista.

Indicação:

Pacientes que não podem usar estrógeno ou para aquelas que são indisciplinadas.

Vantagens:

Para quem quer dar adeus à menstruação é uma ótima opção. Além disso, ele reduz a tensão pré-menstrual e tem validade de três anos.

Desvantagens:

Não previne contra DST/AIDS.

Efeitos colaterais

Falta de menstruação, dor nas mamas, tonturas, náuseas e diminuição da libido.

Preço médio:

R$ 600.

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O que é:

Pequeno bastonete, de 4cm de comprimento e 2mm de diâmetro, que é inserido embaixo da pele.

Como funciona:

A haste contém o hormônio progestágeno, que é liberado lentamente em doses constantes. Com isso, a mulher pára de ovular e aumenta a viscosidade do muco cervical, que inibe a penetração dos espermatozóides.

Modo de usar:

O implante é colocado sob a pele na parte superior do braço. O procedimento só pode ser feito por um ginecologista.

Indicação:

Pacientes que não podem usar estrógeno ou para aquelas que são indisciplinadas.

Vantagens:

Para quem quer dar adeus à menstruação é uma ótima opção. Além disso, ele reduz a tensão pré-menstrual e tem validade de três anos.

Desvantagens:

Não previne contra DST/AIDS.

Efeitos colaterais

Falta de menstruação, dor nas mamas, tonturas, náuseas e diminuição da libido.

Preço médio:

R$ 600.

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DIU

Um dispositivo de polietileno envolto por cobre ou de plástico, normalmente em formato de “T”.

Como funciona:

Engrossa o muco do colo uterino, criando uma barreira para os espermatozóides. O modelo de plástico possui pequenas doses de hormônios que, liberados, podem fazer com que a mulher pare de menstruar.

Como é aplicado:

O DIU precisa ser colocado dentro da vagina por um ginecologista.

Indicação:

Mulheres que querem evitar os hormônios, fumantes, hipertensas e lactantes.

Vantagens:

Longa duração (cerca de dez anos), de fácil reversão e a mulher pode engravidar imediatamente após a retirada. Não diminui o prazer e não ocasiona os efeitos colaterais dos hormonais.

Desvantagens:

Requer pequeno procedimento para a inserção e remoção do dispositivo, pode deslocar-se e sair do útero, aumenta o risco de infecções pélvicas e não previne as DST/AIDS.

Efeitos colaterais:

Alteração do fluxo menstrual e cólicas.

Preço médio:

De R$ 100 a R$ 800.

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O que é:

Uma borracha côncava com borda flexível que é colocada dentro da vagina, associada a um espermicida.

Como funciona:

Impede a passagem dos espermatozóides.

Modo de usar:

O dispositivo é introduzido dentro da vagina até seis horas antes da relação sexual e retirado 12 horas depois.

Indicação:

Pacientes que não queiram usar método hormonal ou DIU, ou tenham um ritmo de vida

sexual irregular.

Vantagens:

Segura o fluxo menstrual quando usado durante a menstruação, oferece certa proteção contra DST/AIDS, pode ser inserido até seis horas antes do ato s

exual, é reutilizável e dura cerca de cinco anos. A reversibilidade para engravidar é imediata.

Desvantagens:

Necessita exame pélvico para determinar o tamanho adequado, pode ser d

ifícil removê-lo e exige manutenção – precisa ser lavado com água e sabão neutro e guardado dentro de um estojo próprio.

Efeitos colaterais:

O espermicida pode causar irritação. A mulher pode ainda apresentar dor pélvica, cólicas ou retenção urinária.

Preço médio:

R$ 50 a R$ 100 e mais cerca de R$ 13 do espermicida.

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O que é:

Revestimento de borracha fina, que é colocado no pênis quando o mesmo está enrijecido.

Como funciona:

Ela não permite que o esperma entre em contato com a vagina e também impede que microorganismos causadores das DST/AIDS sejam transmitidos de um parceiro para outro.

Modo de usar:

A camisinha é desenrolada sobre o pênis ereto antes da penetração.

Indicação:

Para todas as pessoas.

Vantagens:

Não apresentam os efeitos colaterais comuns aos métodos hormonais, dispensa manutenção diária já que é utilizado no momento da relação sexual e previne DST/AIDS. Além disso, ajuda a prolongar o tempo de ejaculação.

Desvantagens:

Diminuição do prazer e alguns homens reclamam que não conseguem manter a ereção.

Efeitos colaterais:

Alergia ao látex, que pode provocar vermelhidão ou inchaço.

Preço médio:

R$ 2 a embalagem com três unidades.

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O que é

Uma bolsa de plástico leve e frouxa, que se adapta à vagina e protege o colo do útero, a vagina e a genitália externa.

Como funciona:

Ela não permite que o esperma entre em contato com a vagina e também impede que microorganismos causadores das DST/AIDS sejam transmitidos de um parceiro para outro.

Modo de usar:

A camisinha possui um anel leve e flexível em cada extremidade. A parte fechada do preservativo feminino é inserida até o fundo da vagina. O anel aberto permanece do lado de fora, protegendo os lábios e a base do pênis durante o ato sexual.

Indicação:

Deve sempre ser utilizada.

Vantagens:

Pode ser colocada até oito horas antes da relação sexual, impede a transmissão de doenças sexuais e a mulher não tem os efeitos colaterais dos métodos hormonais.

Desvantagens:

Difícil adaptação, diminuição do prazer, inapropriado para algumas posições sexuais e é mais caro que a camisinha masculina.

Efeitos colaterais:

Alergia ao produto.

Preço médio:

R$ 12 a embalagem com duas unidades.

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O que é:
Anel plástico flexível e transparente, com diâmetro externo de 54mm e espessura de 4mm, que libera estrógeno e progestágeno direto na parede vaginal.
Como funciona:
Libera aos poucos os hormônios que impedem a ovulação.
Modo de usar:
Cada anel é destinado a um ciclo de uso (que compreende três semanas de utilização), seguidas de uma semana sem o anel. É inserido pela própria mulher, como se fosse um absorvente interno.
Indicação:
Para as mulheres que não querem ter a obrigação diária de ingerir o comprimido.
Vantagens:
Diminui o fluxo menstrual, a freqüência de cólicas, a incidência de efeitos colaterais é baixa e dispensa a ingestão oral diária.
Desvantagens
Exige uma habilidade manual para ser colocado, algumas mulheres sentem desconforto e não impede a contaminação de doenças sexuais.
Efeitos colaterais:
Dor de cabeça, vaginite e dor abdominal.
Preço médio:
R$ 30

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Adesivo

O que é:
Anticoncepcional sob a forma de adesivo, com aproximadamente quatro centímetros de largura e altura, que deve ser colado na pele (braços, nádegas ou abdome).
Como funciona:
O adesivo libera aos poucos no organismo da mulher os hormônios (estrógeno e progestágeno) que evitam a ovulação e dificultam a penetração dos espermatozóides no óvulo.
Modo de usar:
A mulher deve colar o adesivo sobre a pele e deixar durante sete dias. No oitavo, deve removê-lo e aplicar outro imediatamente. O adesivo deve ser utilizado durante 21 dias seguidos. Depois, a mulher descansa uma semana e volta a usá-lo.
Indicação:
Para pacientes que não se adaptam a pílula.
Vantagens:
Tem os mesmos benefícios da pílula. Além disso, como os hormônios são absorvidos pela derme, eles não sobrecarregam o fígado, como geralmente ocorre com os medicamentos orais.
Desvantagens:
Não pode ser utilizado por mulheres que pesam mais de 90kg porque, segundo estudos, a freqüência de gravidez aumenta. Além disso, não previnem contra DST/AIDS.
Efeitos colaterais:
Dor de cabeça, náusea e reação alérgica ao adesivo.
Preço médio:
R$ 45 o pacote.

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